
POESIA CAIPIRA
Vô contá como é triste, vê a veíce chegá,
vê os cabêlo caíno, vê as vista incurtá.
Vê as perna trumbicano, com priguiça de andá.
Vê "aquilo" esmoreceno, sem força prá levantá.
As carne vão sumino, vai parecêno as vêia.
As vista diminuíno e cresceno a sombrancêia.
As coisa vão encurtano, vão aumentano as orêia.
Os ôvo dipindurano e diminuíno a pêia.
A veíce é uma doença que dá em todo cristão:
dói os braço, dói as perna, dói os dedo, dói a mão.
Dói o figo e a barriga, dói o rim, dói o pumão.
Dói o fim do espinhaço, dói a corda do cunhão.
Quando a gente fica véio, tudo no mundo acontece:
vai passano pelas rua e as menina se oferece.
A gente óia tudo, benza Deus e agradece,
correno ligeiro prá casa, procurano o INSS.
No tempo que eu era moço, o sol prá mim briava
Eu tinha mil namorada, tudo de bão me sobrava.
As menina mais bonita, da cidade eu bolinava.
Eu fazia todo dia, chega o bichim desbotava.
Mas tudo isso passô, faz tempo ficô prá tráis
as coisa que eu fazia, hoje num sô capaiz.
O tempo me robô tudo, de uma maneira sagaiz.
Prá falá mesmo a verdade, nem trepá eu trepo mais.
Quando chega os setenta, tudo no mundo embaraça.
Pega a muié, vai pra cama, aparpa, beija e abraça,
porém só faz duas coisa: solta peido e acha graça .

Eu e minhas alunas em aula de campo ao "Aquário de Natal"
Elas são uma gatinhas não é verdade!!!
HOMENAGEM AO PROFESSOR
O homem nasce e se cria
Na vida colhendo amor
Sua mãe lhe dar carinho
O seu pai lhe dá valor
Mas para aprender a ler
A contar e escrever
Depende do professor.
Dia quinze de outubro
Se comemora o seu dia
E nos outros dias do ano
se eu pudesse prestaria
minha eterna gratidão
Ao rei da educação
Mestre da sabedoria.
Amazan(Sanfoneiro nordestino)

Vaquejada de Currais Novos
Pense num desmantelo!!!!!kkkk
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